Polícia investiga morte de menino em Arapongas

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Polícia investiga morte de menino em Arapongas

A Polícia Civil investiga a morte de um menino de três anos, na tarde desta terça-feira 21/11, em Arapongas.  Segundo relato do pai, a criança tinha ficado sob os cuidados da companheira dele, mas quando ele chegou em casa, por volta das 17h30, encontrou a criança sozinha e ferida. O socorro foi chamado, mas o menino não resistiu.

Presa em flagrante, a mulher foi indiciada por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. A polícia estabeleceu fiança de R$ 10 mil, pelo fato de ela não ter antecedentes criminais.

Conforme o relatório da Polícia Militar (PM), o pai acredita que, possivelmente, o filho subiu em uma cadeira para pegar uma chave que estava pendurada em um armário na cozinha, se desequilibrou e caiu.

O delegado Marcos Fernando da Silva Fontes, da 22ª Subdivisão Policial (SDP) de Arapongas, informou que ainda aguarda a conclusão de laudos, que vão indicar a causa da morte do menino.

Além disso, as investigações continuam para verificar todas as circunstâncias da morte, inclusive a responsabilidade do pai, que vivia com a mulher há aproximadamente cinco meses.

“Se ele tinha conhecimento de que a criança era deixada sozinha ele também pode ser indiciado”, explicou Fontes.

Segundo o que já foi apurado pela Polícia, o menino era criado pelos avós paternos desde o fim de 2016. Por alguma razão ainda não esclarecida, os avós deixaram a criança com o pai no último domingo (19).

O delegado disse que foi informado que a mulher já tinha saído de casa e deixado a criança sozinha na segunda-feira (20), enquanto o companheiro trabalhava.

Ainda de acordo com as investigações, na tarde de terça-feira (21) o casal se encontrou no centro da cidade e o homem perguntou do filho. A mulher disse que a criança ficou sozinha em casa e ele se desesperou e foi para casa, quando encontrou o menino ferido.

O pai chamou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que fez o atendimento no local e encaminhou a criança para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas ele não resistiu.

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